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Zoonoses da Prefeitura de Nova Odessa segue com ações de combate ao mosquito da dengue

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A Prefeitura de Nova Odessa segue intensificando as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor dos vírus da dengue, zika e chikungunya. Nos cinco primeiros meses deste ano, a cidade registrou 221 casos positivos de dengue, cinco a mais que no mesmo período de 2021, mas bem menos que os 284 registrados de janeiro a maio de 2020. Por isso, o sinal de alerta segue ligado e as ações têm sido permanentes no município.

Neste ano, até o último dia 11 de junho, a equipe do Setor de Zoonoses já promoveu 12 “arrastões” aos sábados, visitando milhares de imóveis (a maioria residenciais) dos bairros Green Village, Vila Letônia, Jardim Conceição, Jardim São Francisco, Jardim Terra Nova e Jardim São Jorge. Foram encontrados recipientes com água parada e larvas do Aedes no Conceição, São Francisco, Terra Nova e São Jorge.

“A dengue mata, por isso não podemos descuidar. O ideal é manter limpos os quintais e locais que possam servir de foco do mosquito. Os criadouros podem estar nos quintais, dentro e ao redor das residências. Tarefas simples no dia a dia podem prevenir essas doenças. Também reforçamos a importância da destinação correta de resíduos, evitando o descarte irregular de lixo e entulhos em terrenos baldios, áreas verdes, ruas e calçadas”, explicou Paula Faciulli, encarregada do Setor de Zoonoses.

As equipes antidengue da Prefeitura de Nova Odessa realizam visitas “casa a casa”, fazem ADL (Avaliação de Densidade Larvária) e removem possíveis criadouros, além de trabalho estratégico em locais considerados “pontos quentes” para a proliferação do mosquito, e ações de “bloqueio” e/ou nebulização em imóveis onde moram pacientes positivos (e nas quadras ao redor), conforme determinam as regras sanitárias vigentes. O órgão também notifica proprietários de imóveis onde são encontradas larvas do Aedes.

“O ‘casa a casa’ é o trabalho de rotina, em que os agentes visitam e vistoriam os imóveis, além de orientar os moradores com relação à dengue. ‘Arrastão’ é a retirada de materiais que podem ser criadouros do mosquito de dentro dos imóveis. ‘Pontos estratégicos’ são as borracharias, ferro velhos, coletores etc. São locais que podem ter o maior número de criadouros. ‘Imóveis especiais’ são locais com maior circulação de pessoas, como escolas, unidades de Saúde, supermercados, igrejas etc”, explicou a médica veterinária.

Segundo Paula, “é fundamental que a população de Nova Odessa colabore, mantendo os quintais limpos e eliminando possíveis criadouros – qualquer recipiente ou objeto inservível que possa acabar com água limpa e parada. A redução de criadouros ainda é o melhor método para prevenir a proliferação de mosquitos e das doenças transmitidas por eles”.

Isto porque cerca de 80% dos criadouros são domésticos, ou seja, estão nas moradias das pessoas. Os munícipes que identificarem possíveis criadouros em terrenos baldios devem comunicar diretamente o Setor de Zoonoses por meio do WhatsApp (19) 99749-2110.