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‘Setembro Amarelo’ vai ter plantões psicológicos gratuitos na UBS 7, em Nova Odessa, em três sábados seguidos

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Neste “Setembro Amarelo”, mês em que se promovem ações de saúde mental e de prevenção ao suicídio, a programação preparada pela Prefeitura de Nova Odessa vai incluir três sábados de “Plantão Psicológico AGAP – Acolhimento Genuíno de Atenção Psicológica”, de atendimento gratuito e sem pré-agendamento por profissionais psicólogos que atuam em parceria com o Município.

A primeira “edição especial” da iniciativa está marcada para este sábado, dia 11 de setembro, de manhã, das 8h às 13h. O atendimento se repete nos dois sábados seguintes, dias 18 e 25 de setembro, sempre na UBS (Unidade Básica de Saúde) 7, do Jardim Nossa Senhora de Fátima. O público-alvo é qualquer pessoa que deseja passar por um atendimento psicológico, muitas vezes tendo um primeiro contato com um profissional de Psicologia.

O atendimento é sempre espontâneo, ou seja, aberto a quem tiver interesse, e é realizado por sete profissionais voluntários da cidade. Pacientes menores de idade devem estar acompanhados de responsáveis legais.

Neste ano, o projeto já promoveu nove plantões no Ambulatório de Especialidades, sempre aos sábados, entre 06/03 e 19/06, atendendo a mais de 230 cidadãos. A partir de outubro, inclusive, os plantões “voltam” para o Ambulatório, que fica no Bosque dos Cedros.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o foco do programa é atender, sempre respeitando todas as normas sanitárias impostas pela pandemia de Covid-19, as pessoas em situação de crise, reduzir o sofrimento dos cidadãos e, assim, diminuir a demanda em outras áreas – inclusive na própria Rede Municipal.

No plantão psicológico gratuito, o atendimento imediato e emergencial é voltado para as pessoas em momentos de crise, luto, ideação suicida, depressão, sofrimento extremo, desamparo, desesperança e desespero – ou seja, “situações em que não consegue enxergar uma saída” –, e demais emergências psicológicas e emocionais.

“Queremos promover o autoconhecimento, o autocuidado, a qualidade de vida e a cidadania dessas pessoas, acolhendo o seu sofrimento no exato momento em que elas necessitam. O objetivo é democratizar o acesso público à Psicologia, oferecendo à comunidade um cuidado psicológico que favoreça o desenvolvimento pessoal e comunitário, contribuindo com a Saúde Pública”, acrescentou a psicóloga clínica Marlei Cunha, idealizadora do projeto ao lado da jornalista e escritora Marineuza Lira.