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Nova Odessa registra os dois primeiros pacientes infectados pela variante Delta

Confirmação foi cepa indiana no município foi feita pela Secretaria Estadual da Saúde, que não forneceu mais detalhes sobre os moradores; prefeitura afirmou que contaminação era “inevitável”

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A Secretaria Estadual da Saúde confirmou, nesta semana, os dois primeiros casos de pacientes infectados com o novo coronavírus através da variante Delta. O Estado, contudo, não forneceu detalhes sobre os pacientes e a Prefeitura de Nova Odessa disse que a contaminação era algo “inevitável”. Na microrregião – Nova Odessa, Americana, Santa Bárbara, Sumaré e Hortolândia – já são 13 casos confirmados da cepa indiana.

“As variantes Delta, Alpha, Beta e Gamma, são classificadas como “variantes de atenção” pelas autoridades sanitárias devido à possibilidade de aumento de transmissibilidade ou gravidade da infecção, por exemplo”, explicou a secretaria estadual, em nota encaminhada ao Jornal de Nova Odessa.

Balanço do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) identificou, até 9 de setembro (quinta-feira), 3 casos autóctones de Beta, 36 de Alpha, 1.409 de Delta e 2.050 de Gamma em todo o Estado de São Paulo. “A confirmação ocorre por meio de sequenciamento genético, um instrumento de vigilância, ou seja, de monitoramento do cenário epidemiológico, que não deve ser confundido com diagnóstico, este sim de caráter individual. Portanto, não é necessário, do ponto de vista técnico e científico, sequenciamentos individualizados, uma vez confirmada a circulação local da variante”, segue a nota.

Ainda segundo a Secretaria Estadual da Saúde, as medidas já conhecidas pela população seguem cruciais para combater a pandemia do coronavírus: uso de máscara, que é obrigatório em todo o Estado; higienização das mãos (com água e sabão ou álcool em gel); distanciamento social; e a vacinação contra a COVID-19. A Prefeitura, por sua vez, disse em nota que com a chegada da variante delta à região, a contaminação de pessoas em Nova Odessa “era inevitável”.

“Por isso, a Secretaria de Saúde vem, ao longo das últimas semanas, reforçando sempre a informação de que a pandemia não acabou, de que o risco é real e que, por isso, a necessidade de se manter as medidas de contenção é urgente – incluindo ai o uso de máscaras, higienização constante de mãos e objetos com álcool a 70% e, principalmente, o distanciamento social”, traz a nota.