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Apae promove exposição da Copa

Os desenhos e trabalhos foram feitos pelos alunos da associação

O clima da maior festa do futebol, a Copa do Mundo, tomou conta da Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), de Nova Odessa. Na manhã da última quinta-feira, dia 7, os alunos da associação realizaram uma exposição de trabalho sobre a Copa.

Os trabalhos foram conduzidos pela equipe multidisciplinar da Apae e produzidos pelos estudantes. Segundo uma das colaboradoras, a atividade consiste em proporcionar aos alunos um melhor entendimento sobre o tema, já que, é um dos principais assuntos discutidos no país.

Também participaram do evento alunos da Escola Estadual João Thienne, além de prestigiarem a exposição, os estudantes fizeram apresentações musicais para o público presente.

Mas não foram só os alunos da Apae que apreciaram as apresentações, os estudantes do Thienne se mostraram bastante satisfeitos com a oportunidade. “É muito gratificante este tipo de experiência, saio daqui com a sensação de que ganhei mais do que dei”, disse a aluna Vitoria Rabello Beker.

“Foi muito bom ver a alegria deles, espero que possamos voltar outras vezes”, contou a estudante Brendha de Andrade Nicolussi.

Após as atividades, a diretora administrativa da Apae, Maria Tereza Casazza, a Tereca, fez questão de agradecer a participação dos alunos da escola Thienne. “Obrigada a todos pela presença e participação, as apresentações foram maravilhosas, foi uma troca muito bacana, parabéns!”, elogiou Tereca.

 

BRASIL E ALEMANHA SÃO OS FAVORITOS AO TÍTULO

Campeã na última Copa, a Alemanha é a seleção mais cotada para estar na final do mundial de 2018 na Rússia, com 23% da preferência global. Depois do histórico 7 x 1, o Brasil ainda permanece como o segundo favorito, com 21%. Entre os mais cotados para disputar o título, também aparecem Espanha (11%), Argentina (8%), França (4%), Portugal (3%), Inglaterra (3%) e Rússia (2%). É o que revela a pesquisa Global Advisor, da Ipsos, que entrevistou 19,7 mil pessoas em 27 países, incluindo o Brasil, entre os dias 20 de abril e 6 de maio para saber quais as expectativas do mundo em relação ao evento. A margem de erro para o Brasil é de 3,2 pontos percentuais.

“Este resultado revela como o amplo favoritismo que o Brasil tinha na Copa de 2014 (39% acreditavam que o Brasil iria a final) foi abalado depois da partida contra a Alemanha”, afirma Alan Liberman, presidente da Ipsos Connect na América Latina.

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Seis em cada dez entrevistados (62%) tinha conhecimento sobre o campeonato. Anfitriã do grande evento, a Rússia é o país onde menos entrevistados se declaram fãs ou apaixonados por futebol. Apenas 9%, menos da metade da média global (21%). Mais de um terço dos russos (36%) não acompanha futebol e não deve assistir a nenhum jogo. 

“De forma geral, fazer uma Copa do Mundo onde o dono da casa tem pouco interesse resulta em um menor engajamento. Na Copa de 2014 no Brasil, 8 em cada 10 (78%) entrevistados tinham conhecimento sobre o campeonato”, lembra Liberman.

Para acompanhar a Copa, um quarto dos entrevistados no mundo (24%) deve faltar ao trabalho ou deixar a escola de lado. No Brasil, o índice ficou um pouco acima da média global: 29%. A maioria da população mundial vai ver o campeonato pela televisão (62%), enquanto 25% pretende acompanhar os jogos pela internet e 13% no celular. No Brasil, sete em cada dez brasileiros (72%) vão torcer na frente da TV, 22% pela web e 12% no celular. 

Oito em cada dez dos entrevistados no mundo (84%) vão ver os jogos da Copa com os amigos ou família. O Brasil está em linha com a média global, com 85%. Os colegas de trabalho são a segunda companhia mais citada para acompanhar as partidas. É a opção de quase metade dos entrevistados (49%) no mundo e de 45% dos brasileiros.

Os restaurantes e bares devem ficar mais lotados durante o mundial, porque metade dos entrevistados no mundo (48%) devem procurar esses estabelecimentos para assistir aos jogos. Entre os brasileiros, o índice é um pouco menor: 42%.

“A televisão continua mantendo a mesma força de quatro anos atrás, com os mesmos 62% de preferência para assistir aos jogos. A maior mudança ocorre no celular que tinha apenas 6% das preferências para acompanhar os jogos versus 13% em 2018”, ressalta Liberman.