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Geração de novos empregos têm queda de 74,6% em Nova Odessa

Dados divulgados pelo Ministério do Trabalho mostram que o saldo de empregos caiu de 1.209 para 306 entre janeiro e outubro de 2022 e 2023, respectivamente

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foto: agBR

Da Redação
redacao@jno.com.br

A geração de empregos com carteira assinada teve uma queda de 74,68% em Nova Odessa nos dez primeiros meses deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados nesta semana pelo Ministério do Trabalho e Emprego, através do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Quando a análise é feita levando em consideração apenas o resultado obtido pelo município em outubro de cada ano, a retração é ainda maior e chega 95,9%. Com saldo de apenas sete postos de trabalho em outubro, Nova Odessa registrou o quarto pior desempenho de toda a RMC (Região Metropolitana de Campinas) – que é composta por 20 cidades.
Em relação aos 10 primeiros meses deste ano, Nova Odessa registrou 11.137 contratações, com 10.831 demissões, resultando num saldo de 306 postos de trabalho. Contudo, no mesmo período de 2022, ou seja, de janeiro a outubro, a cidade obteve um saldo de 1.209 postos de trabalho. Foram 11.491 contratações contra 10.282 desligamentos. Ou seja, na comparação entre os períodos, a queda chegou a 74,6%.
Já em relação apenas ao mês de outubro, Nova Odessa registrou, de acordo com o Caged, 1.156 contratações e 1.149 demissões, ficando com saldo positivo de apenas sete postos de trabalho. No mesmo ano de 2022, o saldo foi de 171 vagas (1.165 admissões e 994 desligamentos), ou seja, queda de 95,9% na comparação entre os meses. Foi o quarto pior resultado entre os 20 municípios da RMC (Região Metropolitana de Campinas), com Nova Odessa ficando à frente apenas de Engenheiro Coelho (-12); Morungaba (2) e Monte Mor (4). Já no acumulado dos últimos 12 meses (novembro/22 a outubro/23), Nova Odessa apresenta saldo negativo de 276 postos de trabalho.
OUTRO LADO. A reportagem do JNO solicitou um posicionamento da Secretaria de Desenvolvimento Econômico sobre os números divulgados pelo Caged. Porém, não houve resposta até o fechamento da edição.