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Geração de novos empregos tem queda de 66,1% em Nova Odessa

Dados divulgados pelo Ministério do Trabalho mostram que o saldo de empregos caiu de 1.101 para 374 entre janeiro e novembro de 2022 e 2023, respectivamente

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Foto: Marcello Casal / agBR

Da Redação
redacao@jno.com.br

A geração de empregos com carteira assinada teve uma queda de 66,1% em Nova Odessa nos 11 primeiros meses deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. Neste ano, foram 12.295 admissões contra 11.364 demissões, gerando um saldo de 374 postos de trabalho. Já em 2022, o saldo foi de 1.101 postos de trabalho, com 12.465 contratações e 11.364 desligamentos.
Os dados foram divulgados nesta semana pelo Ministério do Trabalho e Emprego, através do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Quando a análise é feita levando em consideração apenas o resultado obtido pelo município em novembro de cada ano, o desempenho do município melhora, saindo de um saldo negativo de 157 postos de trabalho para um saldo positivo de 55.
Em relação aos 11 primeiros meses deste ano, Nova Odessa registrou 12.295 contratações, com 11.921 demissões, resultando num saldo de 374 postos de trabalho. Contudo, no mesmo período de 2022, ou seja, de janeiro a novembro, a cidade obteve um saldo de 1.101 postos de trabalho. Foram 12.465 contratações contra 11.364 desligamentos. Ou seja, na comparação entre os períodos, a queda chegou a 66,1%. A reportagem do JNO solicitou um posicionamento da Secretaria de Desenvolvimento Econômico sobre os números divulgados pelo Caged. Porém, não houve resposta até o fechamento da edição.
BRASIL
O Brasil teve, no mês passado, um saldo positivo de 130.097 postos de trabalho com carteira assinada, segundo divulgou o Ministério do Trabalho e Emprego. Em novembro, foram 1.866.752 admissões e 1.736.655 demissões, segundo dados do Novo Caged, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados.
No acumulado de janeiro a novembro, foram gerados no país 1.914.467 postos de trabalho. Os estados com maior saldo no acumulado de 2023 foram São Paulo (mais 551.172 empregos, com crescimento de 4,2%), Minas Gerais (saldo de 187.866) e Rio de Janeiro (mais 165.701). Até agora, no ano, o maior crescimento do emprego formal ocorreu no setor de serviços, com saldo de 1.067.218 postos formais de trabalho (o que representou 59,8% do resultado).
O governo apontou que entre janeiro e novembro há destaque para as atividades de informação, comunicação e serviços financeiros, imobiliários, profissionais e administrativos. Outros resultados positivos de 2023 podem ser contabilizados para os trabalhos em administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais.