VOLTOU

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil

A ex-presidente Dilma Rousseff voltou ao Congresso ontem, dia 4, pela primeira vez desde que sofreu o impeachment, em agosto de 2016. Ela participou de um ato, organizado por partidos de oposição ao governo de Jair Bolsonaro, contra privatizações de empresas estatais e em defesa da “soberania nacional”. Na última vez que Dilma tinha ido ao Congresso, em 29 de agosto de 2016, ela se defendeu, na tribuna do Senado, da acusação de crime de responsabilidade fiscal. No entanto, os parlamentares entenderam que a então presidente havia cometido irregularidades ao adotar as chamadas “pedaladas fiscais” e ao assinar decretos que geraram gastos para o governo sem autorização do Congresso Nacional. O impeachment foi aprovado dois dias depois.

CONVITE

Nos dias 11, 12 e 13 de outubro acontece mais uma edição da Festa das Nações de Nova Odessa. E o prefeito Bill, através de suas redes sociais, fez um convite para toda a população. “Quero convidar você e a sua família para prestigiar mais uma edição da nossa tradicional Festa das Nações. Teremos ótimas atrações musicais e comida para todos os gostos, tudo em prol das nossas entidades assistenciais. E o melhor: com segurança e entrada franca”, escreveu Bill.

LICENÇA

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O presidente Jair Bolsonaro vai se licenciar do cargo por três dias para ser submetido a uma cirurgia de correção de uma hérnia incisional. O procedimento será realizado na manhã do próximo domingo, dia 8, no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo. A partir desse dia, o vice-presidente Hamilton Mourão assumirá o governo. A previsão, segundo o Palácio do Planalto, é que Bolsonaro retome o cargo já na quarta-feira dia, 11. O presidente deverá despachar do hospital, enquanto se recupera. “Há uma previsão de o presidente quedar-se por cerca de 10 dias na cidade de São Paulo. Não obstante, isso pode variar, para menos ou para mais, dependendo da evolução clínica do presidente”, informou ontem, dia 3, o porta-voz do Palácio do Planalto, Otávio Rêgo Barros.

FAKE NEWS

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que vai investigar a propagação de notícias falsas – a CPMI das Fake News – foi instalada ontem, dia 4, e terá como presidente o senador Angelo Coronel (PSD-BA). Segundo o senador, o colegiado terá um trabalho importante de dar resposta para a sociedade à onda de notícias falsas em redes sociais, que atingem numerosas famílias. “Precisamos dar um basta nisso e descobrir quais são os focos dessa indústria de fake news que abala a democracia brasileira e que, muitas vezes, coloca uma pecha em alguém que não merece ser avacalhado, vamos assim dizer”, disse Angelo Coronel.