VERBA

Através de suas redes sociais, o prefeito Bill comemorou a verba que a cidade recebeu para revitalização do Bosque Manoel Jorge. “Tive o prazer de almoçar na sexta-feira, dia 31, com o governador João Doria no Palácio dos Bandeirantes. E para encerrar o mês de janeiro com chave de ouro, conquistamos R$ 1,5 milhão para a revitalização completa do Bosque Manoel Jorge, no jardim Santa Rosa, um dos principais pontos de encontro das nossas famílias e muito utilizado para atividades físicas ao ar livre”, escreveu Bill.

AMIZADE

Bill ainda falou da estreita relação que a cidade tem com o governador. “O governador Doria é um grande amigo de Nova Odessa e, não à toa, escolheu a nossa cidade para lançar a sua campanha. Tenham certeza de que o ano de 2020 será exatamente igual aos outros anos da minha administração, ou seja, de muito trabalho por Nova Odessa. Agradeço muito também ao secretário de Desenvolvimento Regional, o Marco Vinholi, uma pessoa que admiro e respeito muito”, escreveu Bill.

ESTADO DE EMERGÊNCIA

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Mesmo sem a comprovação de casos de coronavírus no Brasil, o governo Jair Bolsonaro decidiu reconhecer o estado de emergência em saúde pública para a doença. Segundo o ministro Luiz Henrique Mandetta (Saúde), a decretação da situação de emergência ocorrerá para dar agilidade ao Estado na contratação de equipamentos sanitários e na montagem da área de quarentena que receberá os brasileiros retornados da cidade de Wuhan, epicentro do surto de coronavírus na China. O estado de emergência permite ao governo contratações emergenciais mais rápidas para fazer frente aos esforços de contenção do vírus, dispensando, por exemplo, processos licitatórios.

REFORMA TRIBUTÁRIA

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse que a reforma tributária deve ser aprovada no plenário da casa até abril deste ano. “É uma matéria que não é simples, estou bem otimista mesmo. Eu acho que está na hora de a gente avançar na tributária”, afirmou Maia durante evento do banco Credit Suisse, em São Paulo. A tentativa de aprovar a reforma ainda na primeira metade do ano se dá por causa das eleições municipais, em outubro. Nesse período, tradicionalmente, votações têm mais dificuldade em avançar.

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