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VACINA

Gerou muita repercussão a reportagem que aponta que um alto percentual da população de Nova Odessa pode já ter sido vacinada contra a febre amarela. A Secretaria de Saúde esclareceu que os números são registrados no Ministério da Saúde e que o objetivo é esclarecer a população para que consultem a carteira de vacinação, já que uma única dose da vacina protege o indivíduo pela vida inteira.

MUTIRÃO
Em 2000 foi realizado na cidade um mutirão de vacinação contra a doença, onde mais de 40 mil pessoas foram vacinadas. Esta semana, depois da divulgação da reportagem, um funcionário público postou nas redes sociais a foto do comprovante de vacinação de 2000. “Fui ver e realmente tinha mesmo tomado a vacina. Estou protegido”, escreveu.

PROCURA
Ano passado a divulgação de casos da doença também gerou correria aos postos de vacinação. Enquanto não há campanha de vacinação para todo o país, vale a pena investir na outra forma de prevenção, que é o uso de repelente e as ações para evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti.

CONFIANÇA
A decisão do juiz de primeira instância que determina que a Prefeitura suspenda a nomeação do secretário de Saúde de Nova Odessa, Vanderlei Cocato, gerou tititi no meio político. Porém, pelos comentários, foi mais uma ‘pedrada’ que não abalou o secretário. Cocato tem implementado medidas que dão mais austeridade à Secretaria de Saúde, como controle de horas extras e o recente anúncio de que os médicos terão controle eletrônico de ponto.

ATÉ A OPOSIÇÃO
Cocato tem recebido elogios pela atuação à frente da Secretaria, até mesmo da oposição. Principalmente depois das últimas audiências públicas, vereadores como Carol Moura, Tiago Lobo, Professor Antonio e Leitinho elogiaram a postura do secretário, que demonstrou estar atendendo mais pacientes, apesar de estar reduzindo as despesas da pasta.

FIRME
O prefeito Bill já afirmou e reafirmou, em nota, a confiança no secretário. Bill sabe bem o que é uma decisão judicial contrária aos planos de alguém. O juiz que determinou o afastamento de Cocato foi o mesmo que cassou o mandado do prefeito, decisão revertida depois no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, que manteve o prefeito no cargo por unanimidade dos votos. Mais uma coincidência dessas que envolvem a vida de quem está na vida pública.