SAÚDE

Na última quinta-feira, dia 1º, o deputado federal Vanderlei Macris, esteve no gabinete de Bill. O prefeito aproveitou a ocasião para agradecer o deputado pela emenda destinada a Saúde que foi viabilizada por Macris. “Satisfação muito grande, não apenas em receber em meu gabinete o deputado federal Vanderlei Macris, mas poder agradecer pessoalmente pela emenda de R$ 350 mil para a compra de importantes equipamentos para o Hospital de Nova Odessa e de R$ 250 mil pra reforma da UBS do São Jorge, que estará sendo retomada na próxima semana. Vanderlei e Cauê Macris são deputados que honram os seus compromissos com a nossa cidade”, escreveu Bill em seu Facebook.

OBRAS

O secretário de Obras e Planejamento Urbano da Prefeitura de Nova Odessa, Elvis Garcia, o Pelé, se reuniu no último dia 31, com a secretária de Educação de Nova Odessa, Claudicir Brazilino Picolo, sobre o encontro, Pelé escreveu. “Quando eu digo que Nova Odessa é um verdadeiro canteiro de obras, não digo isso da boca pra fora. São intervenções em todas as áreas e me reuni com a amiga Claudicir, nossa secretária de Educação, pra discutir as obras que estamos realizando nesta área e outras que ainda vão ser iniciadas, como é o caso da escola do jardim dos Lagos. Nossa previsão é aplicar, até o final do ano, cerca de R$ 3 milhões em obras na Educação. Trabalho sério é assim, a gente faz e mostra”, escreveu Pelé.

SUBSTITUIÇÃO

O Ministério da Saúde lançou na quinta-feira, dia 1º, um programa para substituir o Mais Médicos, criado em 2013, na gestão Dilma (PT) para levar profissionais de medicina ao interior do país. Batizado de Médicos pelo Brasil, o programa terá novo critério para distribuição de vagas entre municípios e novas regras de seleção. O valor pago aos médicos deverá variar de R$ 12 mil a R$ 31 mil, conforme a etapa de atuação, local onde ele estará alocado e progressão na carreira, a qual deverá ocorrer a cada três anos.

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CRITÍCAS

Ao falar no evento, o presidente Jair Bolsonaro também fez críticas aos cubanos, afirmando que “se fossem tão bons assim, teriam salvado a vida de Hugo Chávez”, em referência ao ex-presidente venezuelano, que morreu em decorrência de um câncer na pelve em 2013 e fez visitas a Cuba para tratamento. Durante 13 minutos, o presidente pouco abordou o novo projeto, preferindo criticar o anterior. Disse que, quando Dilma lançou o Mais Médicos, a preocupação não era com a saúde dos brasileiros, mas com questões ideológicas. “A ideia [da a presença dos médicos cubanos] era formar um núcleo de guerrilha no Brasil. Quando eu falava isso, era ridicularizado”, afirmou.

DOLOROSO

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, admitiu que chorou ao saber das declarações de Jair Bolsonaro a respeito do seu pai, o militante Fernando Santa Cruz, assassinado pela ditadura militar. Em entrevista, Felipe abordou o episódio, e afirmou que a dor provocada por Bolsonaro não afetará sua independência e equilíbrio no comando da OAB. “Foi difícil. Senti que foi um golpe abaixo da cintura. Chorei. Nunca foi fácil para mim tratar desse assunto. Ao longo da minha carreira, me esquivei do tema. Sempre que falo sobre isso, eu choro. É difícil o sentimento de ter um pai que desapareceu”, disse o presidente da OAB.