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O CASO DE AMOR…

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O advogado Fábio Martins concedeu uma entrevista nesta quarta-feira ao radialista Gleison Alves, da WA Notícia, para explicar – ou tentar explicar – como o “caso de amor” entre ele e o médico Nivaldo Luis Rodrigues virou um verdadeiro “dramalhão mexicano”. Por mais de uma hora, Fábio – que já se candidatou a vários cargos, mas nunca venceu uma eleição – atacou Nivaldo, chegando a dizer que, assim que fez o convite para que o médico se filiasse ao Republicanos, foi avisado por amigos de que Nivaldo “não tinha palavra”. “Fábio, você vai se arrepender, me disseram algumas pessoas. Eu paguei pra ver”, afirmou o advogado. …

QUE VIROU DRAMALHÃO

Fábio Martins também disse ao longo da entrevista que Nivaldo nunca foi uma unanimidade dentro do Republicanos e que chegou ao partido trazendo consigo “meia dúzia de gatos pingados”. Fábio acusou Nivaldo de não dar atenção aos précandidatos do Republicanos, ao mesmo tempo que marcava reuniões “na calada da noite” (sic), e que sua chegada ao partido era baseada em um acordo que não foi cumprido. “Eu abri mão da minha précandidatura a prefeito para que o Nivaldo pudesse sair candidato. Essa é a verdade”, garantiu Fábio.

MARRETADA

Quem também abriu a caixa de ferramentas contra Nivaldo foi o jornalista Lucas Camargo, ex-presidente do Republicanos e agora, ex-pré-candidato a vereador. Em uma postagem no Facebook, Lucas diz que Nivaldo agiu de forma sorrateira e deturpou o projeto do partido, buscando alianças com políticos que foram alvo de denúncias feitas por ele. O jornalista, no entanto, não citou nomes. “Irei apresentar a minha desfiliação ao Republicanos”, disse o jovem. Ou seja, o Republicanos vive um processo de desmanche total.

CAMPANHA

A vereadora Carol Moura (Podemos) surpreendeu os colegas durante a sessão da Câmara. Ao usar o tempo destinado à tribuna livre, ela sentenciou: “Este ano não serei candidata a nada: nem vereadora, prefeita ou vice-prefeita”. Carol então desejou aos que vão participar das eleições que “lutem com empatia e sejam cordiais com os eleitores”. A vereadora ainda sugeriu que os pretendentes a cargos públicos evitem as “aproximações físicas” e consigam promover esta campanha que será totalmente atípica devido à pandemia do coronavírus.