INVESTIMENTO

E os investimentos na área da Educação não param, foi o que contou o prefeito Bill em suas redes sociais. “Como sempre digo, a Educação é um dos três pilares do nosso governo, junto com a Saúde e a Segurança. Criamos as creches 12 horas pra dar tranquilidade para a mãe e o pai que trabalham, construímos novas unidades de ensino, ampliamos o número de vagas no ensino integral, enfim, foram muitas ações desde o início da nossa administração. Agora estamos lançando um verdadeiro pacote de obras em cinco escolas e creches pra melhorar ainda mais as condições para as nossas crianças e também para os nossos professores”, escreveu Bill.

REPROVADO

De acordo com pesquisa nacional divulgada pelo Instituto Datafolha ontem, dia 2, a reprovação ao governo do presidente Jair Bolsonaro (índice de pessoas que consideram a administração ruim ou péssima) chegou a 38% um aumento percentual de cinco pontos em relação ao último levantamento divulgado pelo instituto, em julho. Uma parcela de 30% dos entrevistados classifica o governo como “regular” e 29% o consideram “bom” ou “ótimo”. O Datafolha ouviu 2.878 pessoas com mais de 16 anos em 175 municípios. Na comparação com o último levantamento do tipo, a aprovação do presidente diminuiu.

PAPAI NOEL

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O presidente Jair Bolsonaro criticou a pesquisa divulgada pelo Datafolha. Em entrevista, ao deixar o Palácio da Alvorada, ele questionou se alguém ainda acredita no instituto de pesquisa. “Alguém acredita no Datafolha? Você acredita em Papai Noel? Outra pergunta”, disse.

DECRETO

No último sábado, dia 30, o Governo alterou o decreto assinado por ele na última quarta-feira, dia 28, que proibia, por 60 dias, queimadas em todo o território do país. Com a mudança, a proibição ficou restrita à Amazônia Legal – área que abrange toda a região Norte, além dos estados de Mato Grosso e Maranhão. O decreto, publicado em edição extra do Diário Oficial da União, diz que o emprego do fogo pode ser feito em “práticas agrícolas, fora da Amazônia Legal, quando imprescindíveis à realização da operação de colheita, desde que previamente autorizada pelo órgão ambiental estadual”. A proibição das queimadas é uma resposta aos incêndios que atingem a região amazônica e se transformaram em uma crise de imagem do governo brasileiro.