GOVERNADOR

O deputado estadual e presidente da Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo), Cauê Macris (PSDB), irá assumir o governo do estado de São Paulo por cinco dias. Entre os dia 15 e 19, o governador João Doria (PSDB) estará no Japão, já o seu vice, Rodrigo Garcia (DEM), vai para Cingapura, deixando o governo de São Paulo nas mãos de Cauê Macris.

NOVO HORÁRIO

Em projeto de lei protocolado na Câmara Municipal de Nova Odessa, o presidente da Casa, o vereador Vagner Barilon (PSDB) propôs que o horário das sessões ordinárias passe a ser às 15h. Atualmente, as sessões ocorrem às 18h. A proposta agora passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação antes de ir para votação em Plenário.

OFENSA

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu o comentário ofensivo do presidente Jair Bolsonaro à primeira-dama francesa, Brigitte Macron. Em evento na última quinta-feira, dia 5, Guedes afirmou que Bolsonaro apenas reagiu às críticas de Emmanuel Macron sobre os recentes incêndios na Amazônia. “Estamos fazendo tudo isso na economia, mas a preocupação é se xingaram a [ex-presidente do Chile Michelle] Bachellet, se xingaram a mulher do Macron”, afirmou Guedes.”O Macron falou que estão colocando fogo na Amazônia. O presidente [Bolsonaro] devolveu, falou que a mulher do Macron é feia. O presidente falou a verdade, ela é feia mesmo. Mas não existe mulher feia, existe mulher observada do ângulo errado. E fica essa xingação”, disse o ministro.

AVALIAÇÃO

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Sergio Moro continua como o ministro mais bem avaliado do governo Jair Bolsonaro (PSL), com um patamar de apoio da população que supera o do próprio presidente. A conclusão é da mais recente pesquisa nacional do Datafolha. Segundo o levantamento, Moro é conhecido por 94% dos entrevistados, a taxa mais alta na Esplanada.  Dentre os que afirmam conhecê-lo, 54% avaliam sua gestão à frente do Ministério da Justiça e Segurança Pública como ótima ou boa. Outros 24% a consideram regular, e 20%, ruim ou péssima -2% não responderam.

AMAZÔNIA

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) responsabilizou os “milicianos” do presidente Jair Bolsonaro (PSL) pelas queimadas na Amazônia, mas não apresentou provas. De acordo com Lula, os empresários do agronegócio são contra o fogo na floresta. “A Amazônia está queimando porque os picaretas do agronegócio estão queimando, porque o empresário sério do agronegócio sabe que tem prejuízo com isso e que tem que cuidar do produto que quer exportar para poder ter valor lá fora. O empresário sério não é a favor de tocar fogo. Quem está tocando fogo são os milicianos do Collor, do Bolsonaro. Desculpa Collor. São os milicianos do Bolsonaro. Começa com madeireiro, depois capim, depois o gado. Esses que estão tocando fogo, não são empresário sério que está fazendo isso”, afirmou.