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FECHADO

Uma sobrecarga no sistema levou a Prefeitura de Nova Odessa a interromper ontem, dia 8, o atendimento na Central do Contribuinte, que fica no Paço Municipal e realiza serviços como consulta de débitos, abertura de protocolo e atualização de cadastro. No comunicado emitido pela administração municipal, o local não funcionará nos próximos dois dias e deve voltar ao normal na próxima segunda-feira, dia 13.

BIOMETRIA

O Jornal de Nova Odessa traz na edição de hoje uma matéria sobre a Biometria que vem sendo realizada pelo Cartório Eleitoral em Nova Odessa. O prazo definido pelo Tribunal Regional Eleitoral para cadastrar a biometria em Nova Odessa e evitar o cancelamento do título terminou no dia 19 de dezembro. Mas quem não conseguiu realizar o procedimento pode procurar o Cartório Eleitoral de Nova Odessa para regularizar a situação. O comparecimento ao cartório pode ser agendado pelo site: www.tre-sp.jus.br, nas abas “eleitor e eleições” e “agendamento”.

REPÚDIO

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que irá conversar com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, para decidir o que fazer após o Irã pedir explicações à diplomacia brasileira sobre o posicionamento do Brasil frente aos acontecimentos, no Iraque, que culminaram com a morte do general iraniano Qassem Soleimani. Bolsonaro reafirmou repúdio ao terrorismo “em qualquer lugar do mundo” e disse que pretende manter comércio com o país persa.

NOTA

Como reação ao episódio, o Itamaraty divulgou uma nota, na última sexta-feira, respaldando indiretamente o assassinato do militar pelos Estados Unidos. O órgão condenou várias vezes o terrorismo e, sem citar nomes, usou uma linguagem diplomática para demonstrar que, para o governo brasileiro, o general iraniano e a própria Guarda Revolucionária poderiam ser classificados como terroristas.

EXPULSÃO

O deputado federal Marco Feliciano (SP) será oficialmente expulso do Podemos após a decisão de uma comitiva nacional da legenda se reunir em São Paulo. O argumento de expulsão pela sigla foi infidelidade partidária. O parlamentar agiu contra as diretrizes do Podemos durante a campanha eleitoral ao apoiar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao invés de Álvaro Dias (PR), que saiu como candidato pelo Podemos. Após as eleições, Feliciano seguiu em desacordo com a sigla, gerando um desgaste político com o Podemos, que optou pela retirada do parlamentar do corpo de filiados.