CAFÉ AMIGO

Manoel Samartin

O prefeito Bill recebeu nesta segunda-feira uma visita ilustre: o ex-prefeito Manoel Samartin. Os dois conversaram por várias horas no gabinete e o assunto principal, claro, deve ter sido as eleições municipais do ano que vem. Tem gente já dizendo pelos corredores que uma aproximação é bem possível. Quem viu o sorriso no rosto, tanto de Bill como de Samartin, já aposta nisso. Será?

NATAL

E os preparativos para o Natal já começaram em Nova Odessa. Foi o que contou Andrea Souza, presidente do Fundo Social de Solidariedade e primeira-dama. E se depender do esforço dos envolvidos vai se repetir o sucesso do ano passado. “E o nosso novo sonho começa se tornar realidade graças ao trabalho voluntário de amigos queridos e a doação de milhares de garrafas pet que estão sendo arrecadadas em campanhas feitas nas escolas. Obrigada pessoal pelo gesto de generosidade com a nossa cidade”, agradeceu em seu Facebook.

EXPLICAÇÕES

O ministro da Justiça, Sergio Moro, deve comparecer amanhã, dia 19, à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado para se explicar sobre as conversas que teve com o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da Lava Jato. O pedido de audiência foi feito pelo próprio Moro na 3ª feira da semana passada. Na época em que as mensagens foram trocadas, Moro era juiz federal. A comunicação entre membros do Poder Judiciário e do Ministérios Público e a troca de informações sobre processos é considerada ilegal pela Constituição Brasileira.

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ABALADA

Um dia após a divulgação de novos trechos de conversas privadas nas quais o então Sergio Moro passa orientações a procuradores da Lava Jato, o presidente Jair Bolsonaro defendeu o legado de seu ministro da Justiça, mas disse que não existe confiança 100%. “Eu não sei das particularidades da vida do Moro. Eu não frequento a casa dele. Ele não frequenta a minha casa, por questão até de local onde moram nossas famílias. Mas mesmo assim, meu pai dizia para mim: confie 100% só em mim e minha mãe”, disse o presidente.

ANTECIPOU

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, pediu no domingo, dia 16, demissão do cargo. Em mensagem enviada ao ministro da Economia, Paulo Guedes, Levy solicitou desligamento da presidência do banco e disse esperar que o ministro aceite. A decisão veio após a declaração do presidente Jair Bolsonaro, que disse que Levy estava “com a cabeça a prêmio há algum tempo. Estou por aqui com o Levy”, afirmou o presidente.